Já deu

Categoria: Amor Próprio | 25 de novembro de 2017

Olá amados

 

Meu aniversário se aproxima nesse ano incrivelmente maravilhoso (pode ser que daqui a uns anos eu olhe para trás e consiga ver que, de fato, 2017 foi maravilhoso, por, com toda a cagada, ter possibilitado coisas grandiosas (rsrsrs),  mas agora esse é só um cometário irônico). É segunda. Me disseram que ele seria um incrível portal de coisas inacreditavelmente incríveis (rsrsrsrs).

Veremos rsrsrs.

O que eu sinto?

Cansaço.

Um cansaço na alma.

Mas vou seguindo.

Já deu falar de ex, de término, de sofrimento.

Não aguento mais.

Não aguento mais sentir, nem falar, nem pensar nisso.

Chega.

Acabou.

Viremos a página.

Muito embora a minha mente, maldita, que eu não controlo, ainda povoe minha cabeça com pensamentos que eu não quero ter, eu não mais estenderei isso para cá. Chega.

Chegaaaaa.

O que a gente tinha pra aprender sobre autoestima dessa situação a gente já aprendeu.

Então, vamos em frente.

Sabem como é: quando a água gelada bate na bunda, a gente se mexe. Ou, dito de outra maneira, devido aos acontecimentos recentes, nessa ânsia de ir em frente (necessidade, desespero… rsrs), eu procurei todas as formas possíveis e imagináveis de chegar lá (lá na frente, nesse tempo onde estou liberta desse sofrimento escroto): livros (autoajuda, eu cuspi em você, e agora o cuspe cai de volta na minha testa), vídeos, aulas de desenvolvimento pessoal, coaching, radiestesia, constelação familiar, chás, sucos, psicoterapia, meditações, cura de cordões (não me perguntem o que é porque não sei rsrs mas tentei rsrs), realinhamento e limpeza de chacras, programação neurolinguística, beber até cair, correr, fitoenergética, cura da criança interior, cantar músicas de fossa aos berros, exercício do perdão, oração quântica, contratos (“e suas energias semeadas”…), oração comum, gritar de frustração dando esporro na espiritualidade, chorar de me acabar, etc. etc. etc.

Ou seja, o que quer que alguém me dissesse que me ajudaria de alguma maneira, eu fiz.

Disso tudo, surgiram vários temas pra abordar com vocês, mas começarei do princípio.

A metáfora do copo meio cheio e meio vazio.

Eu mesma já a usei aqui no blog – acho que mais de uma vez – chamando atenção para o fato de que devemos focar na metade cheia, e não na metade vazia.

Porra nenhuma.

Repito: Porra. Nenhuma.

O verdadeiro processo de crescimento e de libertação (acima de tudo *libertação*, sua linda), acontece quando a gente não foca nem na cheia nem na vazia: a “fodasticidão” da vida acontece quando a gente tem consciência/enxerga cheio e vazio ao mesmo tempo, aceitando os dois lados (luz e sombra), e entendendo que ambos têm igual importância. E que não há “ruim” ou “bom” (essas categorizações só jogam a gente de volta pro ciclo maldito de “apontação” de dedo e julgamento).

Há o que há.

E o que há é perfeito.

É o que é, do jeito que tinha que ser.

(Ahn?!?!?!?! Como assim?!?!?!)

Pois é.

Vou deixar vocês aí pensando sobre isso (tempo, tempo, o verdadeiro senhor de tudo) e continuo depois.

Beijos beijos

 

 

 

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