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Pelo direito a mapas: 11 passos para amar a si mesmo

Categoria: Amor Próprio, Mundo | 27 de agosto de 2016

Descobrindo vozes consonantes - e outras nem tanto | Sobre Autoestima

Eu nunca fui muito fã de passo-a-passos. Sempre olhei com certa desconfiança pra esses livros do gênero “trago sua felicidade em 10 etapas” e coisa que o valha. Mas uma pessoa de quem eu gosto muito, uma profissional maravilhosa que trabalha com Radiestesia, há uns bons meses me passou um link do YouTube para uma tradução de uma “palestra” chamada +AmorPorFavor: Aprendendo a amar a si mesmo, de uma autora chamada Louise Hay. Eu fui ouvir, achei que valeu bastante a pena e que rendia bastante assunto.

Por muitos e muitos anos, eu me vi tendo que trabalhar essas questões sem saber como. Eu me lembro de estar na terapia e falar pra minha terapeuta: “Eu sei que eu preciso melhorar minha autoestima… Mas como?! Como?!?!?!” Então achei que trazer as etapas apresentadas pela Louise Hay – que fazem total sentido e têm muito a ver com as coisas que a gente conversa por aqui – poderia ajudar vocês de alguma forma.

Pelo menos é algum tipo de mapa, algum tipo de ponto de partida.

Eu vou dar uma sintetizada nos passos todos aqui, deixo o link da palestra também pra vocês ouvirem se quiserem, e nos próximos posts a gente vai trabalhando algumas coisas, tá?

Então, vamos lá.

Os onze passos que ela sugere são os seguintes:

.•°*°•..¸¸.*♡*.¸¸.*☆*

Passo 1 >> Não se critique. Aceite-se como você é.

Passo 2 >> Não se assuste. Não meta medo em si mesmo. Não fique sempre esperando pelo pior das situações.

Passo 3 >> Seja amável, gentil e paciente consigo mesmo. Alegre-se com os pequenos avanços, por menores que sejam. Tudo o que você precisa é de um pouco de prática e tempo.

Passo 4 >> Pense com bondade a seu respeito. Fazer afirmações positivas sobre si mesmo é uma das melhores formas de tratar-se com bondade. Pense bem a seu respeito.

Passo 5 >> Relaxe. Feche os olhos. **Respire**. Bastam alguns minutos por dia, pra começar. Tire um tempo para se dar paz, para se dar **respiro**.

Sugestão: Inspire profundamente. Ao expirar, mande embora o medo, a tensão, os pensamentos negativos. Inspire. Na expiração, pense: “Eu te amo. Vai ficar tudo bem”.

Passo 6 >> Medite. A meditação é um processo que parte do princípio de que todos nós temos sabedoria em nosso interior. Meditar é concentrar-se para escutar todas as respostas que precisamos e que estão dentro de nós. Ao meditar, pergunte a si mesmo o que você quer saber e espere. A resposta virá.

Passo 7 >> Elogie-se. Elogie-se o mais que puder. Valorize suas conquistas e avanços. Ame-se e não dependa de ninguém para dizer que você merece as coisas boas da vida.

 

Procure responder as seguintes perguntas:

O que você sente que merece?

Você merece amor e aproveita tudo o que a vida lhe oferece de bom? Por que?

Você pensa que não merece nada? Se sim, qual é a razão desse pensamento? Você quer se livrar dele? Quer colocar outro pensamento no lugar? Qual é o pensamento que você quer colocar no lugar desse?

Lembre-se: os pensamentos podem ser mudados. O que você quer mas não está conseguindo? Reflita sobre isso. Procure descobrir claramente o que deseja.

O que era preciso fazer para receber amor na sua infância? Qual foi a mensagem que seus pais lhe passaram? Seus pais achavam que você merecia coisas boas? Ou você tinha que ter sempre o primeiro lugar na escola para merecê-las? O que acontecia quando você fazia alguma coisa que eles achavam errada?

O que você acha de si?

Você realmente sente que merece se amar? Se não sente, qual é a razão? É porque não alcançou “o sucesso” na vida? Não ganhou bastante dinheiro? Nunca teve uma projeção especial? Não atingiu a perfeição com que sonhava? O que faria de você uma pessoa realmente merecedora de amor?

Você se dispõe a fazer afirmações positivas?

Se for preciso, você buscará uma terapia?

Você deseja abandonar os ressentimentos e perdoar as pessoas?

O que você se dispõe a fazer para mudar sua vida?

 

Passo 8>> Peça ajuda. Amar-se é buscar apoio. Não tenha medo de estender a mão e pedir ajuda aos amigos. E se não for suficiente, procure uma terapia, um grupo de apoio.

Passo 9 >> Tenha carinho com o negativo. “Negativo” são todas as características e hábitos que adquirimos e que comprometem nossa felicidade e/ou causam prejuízo aos outros. Desapegue-se dos velhos padrões de comportamento com amor e acolhimento.

Passo 10 >> Cuide de seu corpo. Ele é a casa onde você mora. Ame e cuide da sua casa, mas de formas prazerosas. Descubra *de que você gosta*. Não faça exercícios que você não gosta, porque se você se fizer sofrer, você não vai se amar. Busque atividades que lhe deem prazer. Beba muita água e cuide da sua alimentação – os benefícios serão tanto físicos quanto emocionais.

Passo 11>> Exercício do espelho: olhe no espelho e diga: “Eu te amo! Eu te amo de verdade!” Fazer isso talvez sinta estranho e ridículo, talvez você sinta vergonha, mas tente! Tenha coragem e persistência e faça essa afirmação todas as vezes em que estiver diante do espelho. Você verá que sua energia interior começará a mudar e que, aos poucos, você se libertará dos comportamentos e pensamentos destrutivos. Amar-se passará a ser mais fácil.

Sugestões:

>> Ao acordar, olhe-se no espelho e diga: “Eu te amo. O que eu posso fazer hoje para te deixar mais feliz?” Espere para ver que resposta virá. É possível que, no início não venha nenhuma, principalmente se você não estiver acostumado a se tratar com carinho. Mas insista. Aos poucos as respostas começarão a aparecer.

>> Quando alguma coisa ruim ou desagradável acontecer com você, corra para o espelho e diga: “Eu te amo! Eu te amo de qualquer jeito”.  Fazendo isso você perceberá que os acontecimentos vem e vão, mas que o seu amor por si mesmo é uma constante, e a coisa mais importante da sua vida.

>> Olhe dentro dos seus olhos no espelho e diga: “Eu te perdoo”.

>> Ao menos uma vez por dia, olhe dentro dos seus olhos no espelho e diga: “Eu te amo. Eu te amo de verdade”. Faça isso agora.

.•°*°•..¸¸.*♡*.¸¸.*☆*

Tem muita coisa legal né? E é incrível como está afinado com coisas que a gente vem conversando nos últimos posts, e com a sugestão de uma das leitoras de mantras positivos e coisas que poderiam ajudar outros leitores etc.

 

Sugestões? Dúvidas? Comentários? Sinais de fumaça? 🙂

A palestra é essa aqui ó:

 

 

Fiquei pensando em criar um grupo de apoio com vocês…

🙂

A gente segue conversando.

Beijos

 

 

Dizer-se é tornar-se, é ser

Categoria: Mundo, Vida | 19 de agosto de 2016

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<“Amor e gratidão”. Fonte da imagem: http://www.masaru-emoto.net/english/water-crystal.html>

Existe toda uma gama gigantesca de filosofias milenares e religiões que afirmam a força criadora das palavras. Na tradição cristã, a abertura do primeiro capítulo do evangelho segundo João é das mais badalas: “No princípio era o verbo…”

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.
Tudo foi feito por ele; e nada do que tem sido feito, foi feito sem ele.
Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens”
 (João 1:1-4).

Ou seja, Deus era palavra – e só foi Deus com a palavra “deus” – e a palavra era o princípio. Com ela e a partir dela a criação se deu. Nesse sentido, verbalizar é tornar real. É pela palavra que o insubstancial se faz substância.

Peguei o exemplo da tradição cristã porque fui criada católica e tenho exemplos dessa religião mais à mão. Mas a força das palavras é bastante reconhecida, acho que posso afirmar sem risco, por todas as religiões (vide a presenças de zilhões de orações). O hinduísmo, a mais antiga delas, ou pelo menos a mais antiga das tradições vivas, tem na entoação de mantras – e na crença do poder transformador das palavras – a grande base de sustentação de suas práticas. Você repete e repete a mesma coisa, de novo e de novo, e é como se, ao fazer isso, você a chamasse para si. E sua realidade se transformasse de acordo.

Uma das leitoras me pediu para escrever um post sobre mantras positivos, lá pelo Facebook, e na hora em pensei no Ho’oponopono. Como sempre vejo as coincidências desse tipo como sinais que não devem ser ignorados, me preparo aqui para finalmente falar nele.

É engraçado porque o Ho’oponopono já está na minha vida há bem um ano. Ele entrou nela via Gabriel-arcanjo (lembram dele? Meu bio-guru?) e, embora eu nunca tenha me esquecido dele, não o coloquei como prática ativa. Dei umas repetidinhas aqui e acolá, em momentos esparsos, e depois nunca mais.

Até agora :-D.

O Ho’oponopono é uma técnica de cura havaiana que tem por objetivo gerar equilíbrio e paz interior. Ele tem por núcleo a noção de total responsabilidade (!), ou seja, a ideia de que ser responsável por nossa vida engloba absolutamente **tudo** o que nela está. Isso significa dizer que tudo o que está em nossa vida, pelo simples fato de estar nela, é de nossa inteira responsabilidade. O que implica dizer que o nosso mundo, a nossa realidade, é *criação nossa*. De acordo com esse raciocínio, se males te afligem, se você sofre, se pessoas te machucam, isso só existe como projeções que saem de dentro de você. Assim, não é o mundo, a vida e as pessoas que têm que mudar, mas você. O problema não está fora, mas dentro. Dentro de você.

Um exemplo meio bobo que talvez possa ilustrar isso de alguma forma é a história do copo com água até a metade. Você pode olhar o copo e ficar aborrecido, ou estressado, ou triste, ou revoltado, ou qualquer coisa assim porque ele está metade vazio. Ou você pode olhar para ele e vê-lo como um copo metade cheio.

A realidade da experiência copo pode mudar de acordo com você.

E a responsabilidade é sua.

Ho’oponopono significa amar a si mesmo. O processo consiste na crença de que, se você deseja melhorar sua vida, você deve curá-la. E que a cura de outras pessoas que você venha a querer ajudar também, só pode ser realizada por você curando a si mesmo. Como se todos e tudo o que nos cerca fosse uma única coisa. Como se fôssemos uma parte de um todo e a cura desse todo só pudesse ser alcançada através da cura da nossa parte.

É um pouquinho enrolado de entender – pelo menos pra mim é. Mas eu quis trazer o  Ho’oponopono pra cá como primeira sugestão de palavras de poder positivas, porque ele tem tudo a ver com o meu post anterior. E vocês já, já, vão entender.

A técnica consiste em repetir, uma vez após a outra, as seguintes palavras:

“Eu sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Obrigado.”

Escrevendo esse post e pensando no anterior, eu me dei conta de um equívoco que fez toda a diferença: quando eu aprendi o Ho’oponopono, ou eu repetia aleatoriamente, ou eu me imaginava direcionando essas palavras a alguma outra pessoa.

Sempre pra fora.

Nunca pra dentro.

(é uma tendência minha rsrs)

Quando na verdade, desde o início e desde sempre, eu deveria estar dizendo essas coisas pra mim.

E fazendo as pazes comigo mesma…

Bem, como antes tarde do que nunca, vamos lá:

Por todas as minhas ofensas e agressões, por todo meu ódio, rancor e desprezo, por toda a minha inegável incapacidade em te dar o seu devido valor, pelo meu sarcasmo, pela minha crueldade e implacabilidade, pela minha falta total de compaixão, pelo meu ignorar das suas necessidades, por não te acolher nem te defender, por todo o meu desrespeito, Kelly, eu sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Obrigada.

Eu sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Obrigada.

Eu sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Obrigada.

Eu sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Obrigada.

Eu sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Obrigada.

Eu sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Obrigada.

Eu sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Obrigada.

Eu sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Obrigada.

★*♫.•°*°•.¸.•´¯❤★*♫.•°*°•..¸¸.*♡*.¸¸.*☆*

Por mais cuidado com o que se diz… para si.

Categoria: Mundo, Vida | 17 de agosto de 2016

“SUA IDIOTA!” Ela grita.

Eu paro. Me assusto.

Quem disse isso?

“Você.”

Eu.

Fico chocada.

Eu. Pra mim mesma.

Minha vida toda foi assim. Minha mente, essa grande inimiga ofensiva, é agressiva de um jeito que me diz coisas que ninguém diz.

De idiota pra baixo.

E não fica só dentro da minha cabeça, não. Tem horas que eu falo alto.

Grito.

As palavras saem de mim, preenchem as paredes e reverberam de volta como tapas.

A violência de tudo isso…

Eu.

Comigo mesma.

Não precisa mais ninguém.

Quantas agressões assim não passaram despercebidas e impunes?

Inúmeras.

Vezes sem conta.

Deixando feridas e marcas invisíveis.

Recentemente eu tenho me dado conta mais depressa. Olho pra mim mesma e me pergunto: “Pra quê? Pra que fazer isso?” Daí me comporto como uma mãe consolando uma criança machucada e entoo o meu mantra pessoal atual: “Eu me amo. Eu me basto. Vai ficar tudo bem”.

Parece besteira, mas adianta. Juro. Eu andei passando por umas fases punk por aqui, e noites e noites sem fim fui dormir com as mãos segurando juntos os caquinhos de coração, repetindo de novo e de novo: “Eu me amo. Eu me basto. Vai ficar tudo bem”. Vira e mexe outras frases apareciam pelo meio, entre uma repetição e outra. Uma jogada do meu inconsciente, eu acho, pra me ajudar a ouvir o que eu estava precisando. Eu deixava vir e seguia repetindo até dormir.

Os efeitos foram físicos até. Depois de uns dias disso, eu me olhava no espelho e gostava mais do que via. Infelizmente, talvez como tudo o que me faz bem, eu não mantive o hábito. Voltei pras autoesculhambações de sempre….

Mas, pelo menos, não totalmente.

Pelo menos percebendo. Me dando conta.

Passei a notar os efeitos físicos disso também.

Hoje foi um desses dias.

(*Alerta de palavrão*rsrsrs)

Tô numa fase cocô. Vou pra porra da academia *todo dia* e, ironia das ironias, só engordo. “Você está comendo mais, Kelly?”

Não.

Nãããão, caceta.

Hoje eu estava lá suando e tendo epifanias. Cheguei à conclusão de que aquele ambiente todo, que deveria ser de fazer bem, não é de céu, não. Estava eu lá, um grande tomate suento, olhando aquela porra daquele monitorzinho de merda me dizer que, depois de meia hora me fodendo na esteira, eu só tinha queimado duzentas calorias. Aí você se sente um cú. Sai de lá se arrastando. Chateado. Passa a contar calorias de coisas.

Argh.

Fiquei pensando em mim na fase corrida de rua. Comia e bebia pra caralho. Comia o que eu queria. Bebia o que eu queria. Corria as 6 voltas de quarteirão de todo dia e era isso. Às vezes ia mais rápido, às vezes menos. Nem sabia de tempo, nem de velocidade, nem de rendimento, nem de caloria gasta. Voltava pra casa super satisfeita, me sentindo o máximo, pensando em todas as coisas maravilhosas que eu ia poder comer sem culpa. E comia. E não engordava. Eu estava bem. Me sentia bem. Sentia que era suficiente. E assim, por isso, porque eu sentia e pensava assim, *era*.

E agora?

Agora eu faço musculação (nunca na vida imaginei que chegaria o dia em que eu diria isso rsrsrs) e aeróbico todos os dias, mas saio da academia me sentindo uma bosta porque sei que, mesmo fazendo todo o esforço das minhas entranhas pra conseguir correr meia hora (a meia hora mais longa de toda a existência) a 9km/h, eu não vou gastar nem 300 *escrotas* calorias.

Hoje eu estava na sala de musculação – toda espelhada, a maldita – e olhei pro meu reflexo: um tomatão nada glamouroso, nada pertencente àquele lugar de pessoas que suam lindas e que desfilam por entre os aparelhos, deslumbrantes e fluorescentes. Bastou um momento de distração e lá vieram as palavras, enchendo o espaço da minha mente: “gorda horrorosa!”

Choremos.

Mas no segundo seguinte eu levantei os olhos pra mim e falei, pelo espelho, do mal que eu estava me fazendo.

Lembrei daquele japonês que fotografou as moléculas de água…

Vocês sabem dessa?

Um cientista japonês chamado Masaru Emoto começou a fotografar cristais de água (o site dele diz “water crystals” então vou traduzir como cristais, embora nos sites em português muitos digam “molécula de água”). Ele observou que cristais da água retirada de rios e lagos não poluídos e mantidos à salvo de poluição e da intervenção humana tinham formas muito bonitas, enquanto os de água retirada de rios e lagos próximos a cidades grandes, não. Ele foi então ampliando o experimento e passou a expor água destilada a tipos variados de música – cada tipo produziu um cristal de aparência diferente. Depois, ele passou a expor amostras de água destilada à palavras ou expressões.

Esta é a imagem do cristal da água exposta às palavras “amor e gratidão”:

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E esta é a do cristal da água exposta a “você me enoja”:

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(Siniiiiistro!)

Se a gente parar pra pensar que 75% dos nossos corpos são compostos de água (!), vocês imaginem a merda que eu não estou fazendo comigo mesma, ativamente, incisiva e concretamente, com os meus “sua idota” da vida.

Triste, né?

E, pra quê?

Então, gente, todo mundo dizendo que se ama todo dia daqui pra frente, hein?

E não, eu não estou brincando.

Beijos procês.

<fonte das imagens: http://www.masaru-emoto.net/english/water-crystal.html>